30.9.15

Exercício Físico | Começar a [gostar de] correr

Correr é dos exercícios mais simples que poderemos fazer até porque não temos de estar a fazer mil e uma acrobacias como nas aulas de pilates, yoga nem temos de andar a fazer aquelas flexões horrorosas nem aqueles agachamentos com não sei quanto peso e de posições tão distintas. Afinal de contas correr implica apenas levantar um pé e depois outro. Aliás é como se fôssemos a caminhar, mas mais rápido. Não pode ser assim tão difícil, pois não? Só que pode. Pode e é horrível. Primeiro é a sensação de pés cansados, depois os gémeos que começam a doer e depois aquela dor de burro que surge sabe-se lá porquê e ao fim de dois minutos já desistimos quando na verdade nos tínhamos comprometido a correr uns bons 30 minutos. No final ficamos desiludidos com a nossa prestação e sem saber exactamente o porquê de os outros conseguirem e nós não. Ficamos a fazer um sem número de comparações sem nos apercebermos que começamos com a atitude errada. Correr é dos desportos mais completos: trabalha o corpo todo, perde-se uma quantidade jeitosa de calorias o que faz com que se queime gordura e fiquemos com um corpo mais tonificado e para além de nos ajudar a manter o nosso coração saudável ajuda a libertar todos aqueles pensamentos negativos que fomos acumulando durante aquele dia, semanas ou mesmo meses. No entanto, como começar?



1. O calçado
Antes de começarem a fazer o que quer que seja tenham em conta o calçado. Eu sei que parece parvo e que vão pensar que qualquer par de sapatilhas serve, mas acreditem que não é bem assim. Principalmente se vão correr na estrada. Na hora de escolherem as sapatilhas ideais tenham em conta o conforto e se estas amortecem bem os pés. Acreditem que só com este cuidado vão evitar ter dores indesejáveis nos pés e estarão a cuidar das vossas preciosas articulações. 

2. Devagar se vai ao longe
Se não estão habituados a correr e se não fazem exercício regularmente é normal que não sejam capazes de correr durante meia hora e de fazerem X quilómetros. Eu, por exemplo, fazia exercício físico com regularidade (entre 3 a 4 vezes por semana) e na primeira vez que tentei correr ao fim de dois minutos já me tinha dado o abafo e tive de parar. O porquê? O corpo habitua-se a determinado exercício, mas quando o pomos a fazer algo diferente até ele entranhar estranha durante algum tempo. O truque é não desistir e aos poucos tentar sempre um bocadinho mais. Se não estão habituados a correr não pensem que vão conseguir logo correr durante meia hora. Estabeleçam antes pequenas metas como correr durante cinco minutos e fazer os restantes vinte e cinco a pé num passo acelerado. Se preferirem podem também optar em intercalar corrida-caminhada (um minuto a correr outro a caminhar, dois minutos a correr e um a caminhar, por exemplo) e se não conseguirem correr de todo então simplesmente optem por uma caminhada acelerada nos primeiros tempos e depois aos poucos vão introduzindo a corrida. Lembrem-se: cada minuto é uma vitória pois por cada minuto a mais que consigam correr é sinal que estão a ganhar mais resistência. Por isso, não se preocupem com as distâncias que consigam ou não fazer, preocupem-se antes com o tempo.

3. A respiração
Dizem os entendidos que devemos inspirar pelo nariz e expirar pela boca. Eu inspiro e expiro pela boca - é o meu método e comigo funciona. O outro faz-me ficar muito cansada (não sei porquê), mas acho que isto é daquelas coisas que "façam como muito bem entenderem desde que funcione".  

4. Nunca menosprezar o poder de uma boa playlist
Correr com e sem música são coisas completamente distintas. Se vou correr sem música sei automaticamente que o meu rendimento vai ser muito mais baixo do que aquele que seria se tivesse levado música comigo. O meu namorado gosta de ouvir metal enquanto corre/ faz musculação. Já eu tenho mesmo de ouvir aquelas músicas repetitivas e electrónicas. Neste momento a música que me faz correr a um bom ritmo é esta:



5. O local
Apesar de na maior parte das vezes acabar por correr na passadeira do ginásio por ser mais cómodo (o ginásio fica mais perto do que o parque e porque correr no meio da cidade não dá grande jeito) confesso que correr na rua ou no parque é bem mais motivador. Primeiro porque é menos monótono e depois porque nos conseguimos abstrair mais rapidamente do tempo a que estamos a correr, quantidade de calorias gastas e distância feita do que se estivéssemos a correr na passadeira. 

6. O vosso rendimento nem sempre vai ser o mesmo e não há nada de errado com isso
Preparem-se porque é verdade e outra verdade é que não têm de sentir que falharam pois tal não quer necessariamente dizer que estão regredir. Poderá muito bem querer dizer que o vosso corpo precisa de descansar ou que simplesmente naquele dia não estavam com a energia nem com a disponibilidade mental e física necessária para aquele tipo de exercício. Um dia serão capazes de correr quatro quilómetros em trinta minutos e no outro com o mesmo tempo de corrida poderão correr uma distância menor. Nesses dias lembrem-se que mais vale um exercício de duração curta do que um dia passado no sofá. 

7. O exercício é importante, mas descansar também o é
Assim como todo o tipo de exercício, também não precisam de correr todos os dias. Três dias por semana é óptimo ou então dia sim dia não. É importante exercitarem o corpo, mas também é importante deixa-lo repousar e recuperar pois só assim conseguirão um bom rendimento a longo prazo. 

8. Alimentação
É a última dica, mas nem por isso a menos importante. A alimentação é tão importante quanto o exercício físico. São os alimentos por vocês ingeridos que vos darão energia para correr e tal como a minha avó me dizia "a alimentação está para o nosso corpo como a gasolina está para os automóveis" e se um automóvel também não anda sem gasolina o nosso corpo também não funcionará se não lhe dermos a alimentação certa. Apostem em alimentos não processados, nos legumes e nas frutas e verão que os resultados começarão a surgir.

Livros | Frustrações literárias



Sempre defendi a ideia de que Ken Follett nunca desilude porque até à data ainda não tinha ficado irremediavelmente desiludida com algo escrito por este senhor. Até hoje. Hoje sinto-me desiludida e enganada. Como é que com uma trilogia* que começou tão bem e que continuou ainda melhor se consegue estragar tudo no último livro?

*falo da trilogia O Século ou The Century se tal como eu lerem em Inglês.

29.9.15

Aquele momento em que...

te preparas para tomar banho no ginásio que frequentas e no primeiro chuveiro que pensas entrar encontras uma vasta quantidade de pêlos púbicos no chão. Nestas alturas pergunto-me que tipo de pessoa é esta que faz a depilação na dita cuja no ginásio... ainda para mais a iluminação na zona dos chuveiros nem é das melhores. 

23.9.15

Facto


Em vinte e seis anos de vida nunca comprei nem li a Vogue.


TAG - Certified Bookaholic

A C. juntamente com outros dois bloggers (Words À La Carte e As Cenas do Tio) criou uma Tag para todos os Certified Bookaholic e como tal decidiu nomear-me e eu como gosto de livros e até já li uns quantos decidi responder. Não vou nomear ninguém, mas se gostarem e se quiserem responder sintam-se à vontade para a levar para o vosso cantinho. Posto isto cá vão as minhas respostas às 21 questões:




1. O primeiro livro/colecção que te vem à cabeça 

Os livros da colecção Harry Potter foram os primeiros em que pensei. No entanto, actualmente estou a gostar bastante de ler a colecção "O século" de Ken Follett e as (des)aventuras de Sam Capra de Jeff Abbott. 

2. Um livro que dizes a todos para não ler 
O livro Oh Dear Silvia de Dawn French deve ter sido o pior livro que li em toda a minha vida e por esse motivo não o aconselharia a ninguém, mas depois também existem livros como O Deus das Moscas de William Golding que faz parte daquele grupo de livros que quem conheço e leu gostou muito, mas eu apenas o achei aborrecido e daí também não o recomendar. 


3. O livro mais caro e o livro mais barato que tens (oferecidos não contam) 
O livro mais caro que alguma vez comprei foi sem dúvida um da saga Twilight. Não me lembro qual, mas sei que o preço ultrapassou os 23€. O mais barato foi o The Summer House de Santa Montefiore que me custou apenas 1£!
  

4. Conto de fadas favorito
O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry conta como conto de fadas?
  

5. Top 3 das tuas personagens favoritas (sejam principais ou não) 
Daisy Peshkov (Winter of the World de Ken Follett); 
Hermione Granger (Harry Potter de J. K. Rowling);
Severus Snape (Harry Potter de J. K. Rowling).
  

6. Top 3 das personagens que menos gostaste (sejam principais ou não) 
Silvia (Oh Dear Silvia de Dawn French); 
Erik Von Ulrich (Winter of the World de Ken Follett);
Bella Swan (da saga Twilight de Stephenie Meyer).


7. Top 3 de lugares que existem só em livros que gostarias de visitar
O País da Maravilhas (Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll), Hogsmeade e Hogwarts (Harry Potter de J. K. Rowling).
  

8. Uma personagem que trarias à vida real 

Hummm... a raposa de O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry .  

9. Um livro que te fez feliz 
Comer, Orar e Amar de Elizabeth Gilbert. Foi aquele tipo de livro que li no tempo certo e que fez maravilhas. 
  

10. Um livro que te fez chorar
 Winter of the World de Ken Follett foi o livro mais recente que me fez soltar algumas lágrimas enquanto o lia não só pela história em si, mas também pelo envolvimento entre personagens-leitor.


11. Um livro que te fez pensar 

Wild: From Lost to Found on the Pacific Crest Trail de Cheryl Strayed. Trata-se de um livro biográfico que me fez perceber aquilo que eu já desconfiava saber. A morte é complexa e não existe uma única forma de se saber lidar com ela e muito menos existe uma data limite para que a perda deixe de doer e que se passe à fase de aceitação/ paz. Há quem se sinta bem ao fim de um mês e há quem precise de mais tempo. Eu precisei de um ano e meio a Cheryl precisou de quatro e não há absolutamente nada de errado com isso. 

12. Um livro que te fez rir
Heidegger e um Hipopótamo Chegam às Portas do Paraíso de Thomas Cathcart e de Daniel Klein. Um livro que fala sobre filósofos e temáticas filosóficas de forma divertida e nada maçadora e com ilustrações muito boas!
  

13. Pior adaptação cinematográfica de um livro
Já todos sabemos que quando o livro passa para o cinema que existirão sempre partes que nós, leitores, sabemos que não aconteceram exactamente daquela maneira e que no final vamos sempre dizer que "o livro é bem melhor do que o filme por causa disto e daquilo". É certinho! Neste momento a última adaptação cinematográfica que vi foi o filme Wild (adaptação do livro Wild: From Lost to Found on the Pacific Crest Trail de Cheryl Strayed) e apesar de o filme não ser terrível terrível, também não é a melhor coisinha de sempre. É apenas uma seca em comparação com o livro. 
  

14. Livro(s) que vais ter que reler 
Para começar vou ter de reler um dia destes toda a colecção do Harry Potter, mas também tenciono reler o Fazes-me Falta de Inês Pedrosa.
  

15. Um livro que te vez voltar uma página atrás devido ao choque
Adrenaline de Jeff Abbott fez com que eu tivesse de voltar várias vezes atrás para ter a certeza absoluta de que aquilo tinha mesmo acabado de acontecer.
  

16. Um livro que aches que esteja incompleto
Bem, quando acabei de ler o Torn de Cassey Hill achei que estava ali a faltar qualquer coisinha tanto para explicar o inicio como para completar o final, mas depois fui investigar e entretanto descobri que é uma colecção e que tinha acabado de ler o segundo volume da mesma. Em minha defesa o livro não é meu. Foi o desnaturado do meu namorado que o comprou e quando o questionei disse que não tinha reparado que lhe faltavam assim tantos pormenores. Enfim...  
  

17. Um livro com um final inesperado
Bem, eu não estava nada à espera que o livro Catching Fire (o segundo volume de The Hunger Games) de Suzanne Collins acabasse daquela forma. 
  

18.Um livro que terminou num cliffhanger
Adrenaline de Jeff Abbott sem dúvida, mal posso esperar para ler o segundo volume. 
  

19.Um livro com um final de arrancar cabelos

Oh Dear Silvia de Dawn French. Todo o livro foi de arrancar cabelos, mas aquele final não fez sentido nenhum. 

20.Uma citação importante 
“The greater their ignorance, the stronger their opinions.” em Edge of Eternity de Ken Follett.

21. Uma música perfeita para ler 
Ultimamente tenho gostado muito de ler ao som do segundo álbum dos Alt-J, mas se tenho de escolher apenas uma música então escolho a Nara dos Alt-J.  

22.9.15



Quando me perguntam se foi difícil o tempo de adaptação entre deixar a casa dos meus pais e passar a viver com o meu namorado sinto que estão à espera de uma resposta muito mais complexa do que um encolher de ombros enquanto digo "foi a coisa mais fácil e natural que fiz em toda a minha vida" e foi mesmo.  

19.9.15

Exercício Físico | Três semanas depois...

Fazer exercício físico é daquelas coisas que nos faz bem não só à nossa saúde física, mas também à nossa saúde mental. Neste momento sinto-me capaz de enfrentar tudo sem reticências, sem medos e sem interrogações. Acabei de correr 4km em 30 minutos sem parar um segundo e isto para quem tinha deixado de correr há três anos e que só recomeçou a modalidade há três semanas é incrivelmente fantástico! 



(Para além disso já perdi dois quilos e meio desde que iniciei a minha (não) dieta!)

16.9.15

Pessoal | Às vezes o tempo parece mesmo passar a voar!

Confesso que não sou a pessoa mais social do planeta, mas quando simpatizo instantaneamente com alguém a partir daquele primeiro "olá" é como se passasse a conhecer essa pessoa desde sempre. Ontem foi um desses dias. Um dia passado com a namorada de um amigo Português a viver aqui em Inglaterra em que dei por mim a almoçar com ela por volta das 13 horas e quando voltei a pegar no telemóvel para ver as horas o ecrã já marcava as 17!  


14.9.15

Viagens | Diz que ainda faltam três semanas!


Em dois mil e onze apaixonei-me pela Suécia, por Estocolmo e pelos Suecos. Quatro anos depois irei lá voltar, não a Estocolmo, mas para visitar outras cidades mais a Sul da Suécia e alguém especial. 

13.9.15

Pessoal | Paixões do momento



1. Este livro que me tem acompanhado nos momentos mortos do meu dia;
2. Esta música que sempre que a ouço faz com que os meus (não) dotes de cantora e dançarina venham ao de cima;
3. Comida grega/ cipriota;

11.9.15


E se há duas semanas atrás correr durante cinco minutos era um esforço de todo o tamanho, hoje já me aguento uns bons vinte minutos!

9.9.15

Sociedade | Todos nós já nos cruzamos com este tipo de mães, certo?

Inicialmente pensei colocar esta publicação na categoria "Viver no Reino Unido", mas passados três segundos apercebi-me que já tinha presenciado exactamente a mesma coisa noutras cidades deste mundo fora incluindo, claro, as cidades Portuguesas. 

Sempre que me vejo obrigada a andar de autocarro/ metro ou qualquer outro transporte publico aproveito esse tempo para fazer coisas que me deixem relaxada: ou vou a ouvir música, ou a olhar pela janela ao mesmo tempo que vou observando os locais pelos quais vou passando sem pensar em nada em concreto ou então aproveito para adiantar a minha leitura. No entanto, há alturas em que estas minhas viagens aparentemente relaxadas se tornam no momento mais stressante do meu dia. O motivo? Mães que fazem mais barulho e que causam mais transtorno do que o comportamento propriamente dito dos seus filhos. 

Não sou mãe. Nunca tive de tomar conta de crianças e não me vejo a ser mãe tão cedo (apesar de a minha mãe me ter dito que não me voltava a enviar mais caixas de pilula e da mãe dele andar muito "chateada" pelo facto de a sua vizinha ter sido avó primeiro do que ela) e  realmente posso não ter rigorosamente nada a ver com a forma como as outras mulheres que por acaso são mães educam os seus repolhos. Contudo, não consigo ficar indiferente aos gritos estridentes destas mães que se ouvem por todo o autocarro. Ora gritam "MEXE-TE" quando a criança não anda tão rápido quanto elas gostariam que ela andasse ou como hoje ouvi "JURO QUE DAQUI A NADA LEVAS UMA GALHETA", "ESTOU CAPAZ DE TE MATAR." e a cada cinco segundos "PÁRA!" ao mesmo tempo que abanava o miúdo todo e o fulminava com o olhar. Juro que até eu fiquei com medo que de repente ela se passasse e começasse a distribuir estalos por cada passageiro. O que é que o miúdo estava a fazer para irritar assim tanto esta mãe? Estava a abanar os pés como todos ou quase todos os miúdos (e não miúdos) fazem quando são pequenos e não chegam com os pés ao chão quando estão sentados e a cantar um lalala que mal se ouvia e eu estava sentada bem perto desta gente. 

Não sei se a criança já tinha armado uma birra de todo o tamanho antes de entrar no autocarro ou se a mãe estava nervosa por algum motivo e o comportamento do seu filho apenas a irritou ainda mais, mas muito sinceramente detesto cruzar-me com este tipo de mães. Faz-me mais confusão a forma como elas se comportam do que a forma como os seus filhos se estão a comportar naquele momento. Não sou mãe e não faço a mínima ideia de como serei quando o for, mas espero não vir a ser este tipo de mãe. Não fui educada à base de gritos e também não pretendo educar os meus futuros filhos à base do grito. Por outro lado pergunto-me se esta gritaria toda por parte deste tipo de mães serve para elas procurarem qualquer tipo de aprovação por parte das pessoas que assistem já que é bastante frequente apanha-las a olhar para as pessoas que vão passando por elas como quem pergunta "tu fazias o mesmo, não fazias?"  



8.9.15

Viver no Reino Unido | Acerca das pessoas com quem me cruzo



Não me canso de sorrir sempre que me cruzo com alguém que me diz que esteve a passar férias em Portugal e que adorou. Fico ainda mais feliz quando o destino escolhido foi a cidade do meu coração - o Porto - e que adoraram visitar todos aqueles locais que me são tão queridos. 

7.9.15

Sociedade | Meios sentires



Nunca fui de meios sentires muito menos no que a sentimentos diz respeito, mas também não acredito que tudo no mundo possa ser visto e compreendido a duas cores. Preto ou branco. Admito que possam existir algumas áreas cinzentas em que só o tempo nos ajude a concluir se são pretas ou se são brancas, mas no que respeita a sentimentos o cinza nunca poderá existir. Pelo menos não na minha vida. Talvez seja por isso que sempre me foi difícil perceber as pessoas que dizem que não sabem aquilo que sentem porque para mim quando se gosta sabe-se; quando não se gosta, mas tem-se medo de magoar os sentimentos do outro dizemos "não sei" como se isso fosse amortecer a dor de um amor não correspondido quando o que acontece é precisamente o oposto. 

3.9.15

Televisão | Coisas boas desta vida


Depois de ter acabado de ver Sex and the City estou a adorar andar a rever todos os episódios de todas as temporadas de Gossip Girl!

2.9.15

Pessoal | Olá Setembro!



Este sempre foi o meu mês de mudança e de novas energias positivas. Era assim enquanto estudante e continua assim enquanto não estudante. Para mim é como se o novo ano começasse agora em Setembro e não em Janeiro. Voltei cheia de força e de garra de Portugal. Estar com os nossos é sempre boa ideia quando é necessário inspiração, garra, esperança, energias positivas e uma grande dose de coragem misturada com uma ligeira dose de loucura. Estou cheia de desejos e de vontades, mas para já apenas vos falo da minha mudança de alimentação. 

Iniciei um novo plano alimentar. O meu problema sempre foram os intervalos entre as refeições, mas depois de consultar uma nutricionista e de conseguir o plano ideal para mim ao fim de uma semana sinto-me totalmente bem, saciada e sem vontade de comer todos os chocolates e guloseimas do mundo. O truque? Comer menos e mais vezes e a verdade é que nem me sinto a comer menos do aquilo que comia anteriormente. Maravilha das maravilhas. Outra maravilha é o iogurte natural com sementes. Adoro, adoro, adoro (mas confesso que ponho uma colher de café de açúcar que aquilo ao natural 100% ninguém aguenta). O exercício físico que já fazia aliado a esta dieta que na verdade não é dieta nenhuma só pode correr bem e a verdade é que os resultados já começam a aparecer. 

1.9.15

Livros | Adrenaline






Autor: Jeff Abbott
Nome do livro: Adrenaline
Número de Páginas: 512
A minha classificação: 


Escrito de uma forma brilhante, capaz de captar a atenção do leitor desde a primeira até à última página e com um plot twist incrível. Este é o primeiro livro da saga de Sam Capra - um jovem e brilhante agente da CIA que se encontra profundamente apaixonado pela sua mulher Lucy (também ela agente da CIA) e ambos esperam ansiosamente o nascimento do seu primeiro filho. Tudo corria bem até um dia o mundo de ambos desmoronar num só e terrível momento.

Sam recebe uma chamada de Lucy enquanto se encontra numa reunião de trabalho. Ela pede-lhe para que saia durante alguns momentos do edifico onde ele se encontra e ele faz exactamente isso... mesmo antes de ouvir atrás de si uma enorme explosão vinda do interior do prédio onde minutos antes Sam se encontrava. Todos os que se encontravam no interior daquele edifício morreram. Sam é o único sobrevivente. Lucy desaparece e Sam encontra-se fechado numa cela sabendo apenas que se encontra sozinho num local desconhecido e que está a ser acusado pela CIA de homicídio e de traição.

Contudo, não demora muito para que Sam consiga ser libertado e a partir numa busca desenfreada de respostas. Onde se esconde Lucy e o que aconteceu ao filho deles? Será Lucy uma traidora que usou Sam para seu próprio beneficio ou será que tudo não passa de um mal entendido? Estas são algumas das questões que só quem se der ao trabalho de ler o livro ficará a saber. 

Foi verdadeiramente incrível ler este livro e ser surpreendida em determinadas alturas. Se gostaram de ver os filmes Taken e se gostam de livros que estejam repletos de acção e suspense, então este é o livro certo para vocês.